Quarta, 13 de dezembro de 2017
"Quem se fixa na escuridão não consegue ver o brilho e a exuberância das estrelas" (Ap. Sinomar).

Não Nos Sobreveio Tentação Que Não Fosse Humana

Deus está  procurando filhos obedientes. Falamos muito em confiar em Deus, mas Deus pode confiar em nós? Analisar os itens que se seguem:
 
Primeiro – Deus quer treinar homens e mulheres que aprendam a obedecer-lhe e que digam “não” ao pecado. Pessoas que  tenham consciência do sacerdócio. Deus não vai levar para o seu novo mundo aqueles que vivem no pecado. Se realmente amamos a Deus, não cederemos à tentação. Para repetir: todas as provas pelas quais passamos tem como objetivo mostrar  o que há de realmente em nossos corações. A tentação é um teste. Afinal, amamos a Deus? Quanto o amamos? (Tg 1:12).
 
O que diz a Bíblia? “Feliz é o homem que não cede à tentação e não pratica o mal quando é tentado, porque depois receberá como recompensa a coroa da vida, que Deus prometeu àqueles que o amam” (Tg 1:12).
 
Segundo – A tentação não é pecado. Ser tentado é receber na  mente  uma idéia  ou sugestão para fazer alguma coisa que sabemos que não devemos fazer. Podemos resistir a qualquer tentação? Sim. Lembrar o texto acima. Ler também Tiago 1:13-14 e I Coríntios 10:13. A tentação pode ter três origens:
 
Pode vir das pessoas que nos cercam – Um convite para voltar às antigas praticas. A Bíblia chama isso de mundo. Muitos vão para as universidades e se corrompem, mas não foi assim com Daniel. Mudaram tudo em nele – vestimentas, comida, etc., menos o coração. O mundo está cheio de coisas atraentes e com aparência inofensiva. Em Lucas 4:6-7 Satanás diz a Jesus: “Eu darei a você... basta se ajoelhar aos meus pés e me adorar”. Muitos já se curvaram diante de satanás. Amaram o mundo. Exemplo: estátua de Nabucodonozor (Dn.3:15-18).Três jovens hebreus, santos, decidiram não se curvar.
 
A tentação pode vir também de nossas lembranças, ou dos hábitos que possuímos – Quando vivíamos no pecado. Deus não pode apagar a nossa memória, pois ela é o registro da nossa identidade pessoal. Mas Deus pode nos libertar do poder do pecado. Ele nos tira de sob o jugo de Faraó. Devemos esquecer das cebolas do Egito, bailes, pequenas arruaças, bebidas importadas, etc.  Exemplo: a mulher de Ló. Jesus foi claro com a prostituta: “Vai e não peques mais”. A nossa grande motivação para abandonar o pecado é  o nosso amor a Cristo. Devemos olhar para cruz e ver o quanto Deus nos amou. Jesus precisava estar naquela cruz? Por que não desceu?
 
Mas quais são na realidade, os nossos problemas? Solidão? Jesus é amigo mais chegado que irmão;
Temos um pecado feio? Jesus é o nosso intercessor e  o seu sangue nos purifica. Estamos cansados e oprimidos? Em Mateus 11:28 Jesus diz: “vinde a mim”. Se quisermos libertação de nossos pecados, devemos perdoar todas as pessoas. Tornar-se filho de Deus é aprender a dirigir do outro lado da estrada. Conversão é passar  para outro lado. Todos os velhos hábitos precisam ser  abandonados. Temos de aprender um novo modo de viver. Quem está em Cristo é nova criatura. O evangelho que não ensina isso é falso e mentiroso.
 
Por último, a tentação pode vir  também do maligno – Ele procura atingir o seu corpo (enfermidades), a sua alma (vontade endurecida, lógica humana, sentimentos não santificados e acostumados ao pecado) e o espírito (dúvida, medo, angustia ,etc.)
 
CONCLUSÃO
 
Temos, pois, que resistir ao pecado com firmeza, para que os velhos hábitos não sejam fortalecidos. “Resisti ao diabo e ele fugirá de vós”. José foi tentado e resistiu. Deus o honrou sobremaneira e o fez sentar no trono do Egito.
 
 
 
O Ap. Sinomar Fernandes é fundador e presidente
do Ministério Luz Para os Povos
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