Quarta, 16 de agosto de 2017
"Oração é a melhor ginástica pra a alma; quanto mais você ora, mais forte você fica." (Ap. Sinomar)

Finanças x Sacerdote do lar

 Quando o assunto é “dinheiro e vida no lar” os homens se preocupam, ficam inquietos e até um pouco desesperados dependendo da situação. Poucas coisas entristecem mais a um homem do que um lar desarmonioso e uma vida financeira descontrolada. Por isso, a Palavra de Deus, a Bíblia, oferece ferramentas eficazes para boa administração dessas duas áreas preciosas.

  A mulher sábia pode até ser a edificadora do lar (Pv. 14.1), mas é sem dúvida alguma do homem a responsabilidade de conduzi-lo de maneira prudente e bem estruturada. O homem foi criado para ser “cabeça” (Ef. 5.23), isto está na sua essência, é o que lhe faz parecer com Cristo no desempenho de suas funções. E como tal, o que se espera dele é uma atitude de decisão, pois é da cabeça que vem as direções finais para todo o corpo. Isso não quer dizer que os homens devem ser autoritários e sempre donos da verdade, porque em muitos casos as mulheres possuem maior capacidade de liderança que os seus maridos, mas mesmo assim cabe a ele a responsabilidade de lhes dar a segurança da última palavra.

   A maneira como um homem administra o seu lar e as suas finanças demonstra a sua aptidão para cuidar daquilo que Deus tem reservado para sua vida. O lar é mais do que um quadro cinzento onde você convive com um monte de pessoas estranhas; ele pode ser um pedacinho do céu na terra, uma vez que se aprende a coordenar corretamente os seus elementos.  Ouça a exortação de Pedro aos maridos: “Maridos, vós, igualmente, vivei a vida comum do lar, com discernimento” (I Pe. 3.7 a). Discernir as necessidades de sua esposa, dos filhos, animais de estimação; verificar que a lâmpada está queimada, que a torneira da pia está quebrada, que as pilhas do relógio acabaram já faz dois meses. Coisas assim parecem ser tão pequenas, mas revelam o caráter de um bom administrador.

  De igual modo é para com as finanças. O Senhor espera que você homem, seja fiel e bom administrador daquilo que ele entrega em suas mãos, ainda que seja pouco. Na verdade, o que importa não é a quantidade que se administra, e sim a qualidade da sua administração, porque se você for fiel e bom administrador no pouco, prepare-se, pois o Pai te levará a grandes horizontes: “Muito bem, servo bom e fiel; foste fiel no pouco, sobre o muito te colocarei” (Mt. 25.21). Aprenda e sinta prazer em dar a destinação certa para os seus recursos: semeie aquilo que for semente e coma aquilo que for pão (2 Co. 9.10); Não retenhas aquilo que por direito é do Senhor (Ml. 3.10); seja generoso (Pv. 11.25); E não caia nas garras das dívidas, “A ninguém fiqueis devendo coisa alguma” (Rm.13.8 a).

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